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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Qual a resolução em megapixels do olho humano?


“Se houvesse uma comparação entre uma câmera fotográfica e a visão humana, quantos megapixels nossa visão teria?” ­– Lara Fonseca Jacob, Belo Horizonte, MG

“É a resolução dos seus olhos, meu bem.” Ela teria 341.5 megapixels. Para chegar a esse número, é preciso entender como o olho funciona. Manuel Menezes de Oliveira Neto, doutor em Ciência da Computação e professor da UFRGS, explica que, através de movimentos rápidos, o olho faz uma varredura da cena de modo contínuo e envia essas informações ao cérebro, que as combina e compõe as imagens. Para cada grau do campo de visão, o olho faz 77 “ciclos”. Oliveira diz que, segundo a metodologia de um estudo publicado no Journal of Comparative Neurology, são necessários dois pixels para definir um ciclo, totalizando – na complicada matemática da visão – 154 pixels para cada grau do campo de visão. Assim, por exemplo, se considerarmos a imagem percebida por alguém que observa uma cena com um campo visual de 120 graus tanto na horizontal quanto na vertical, teríamos: 120 x 154 x 120 x 154 = 341.5 megapixels. “Bem superior à capacidade das câmeras fotográficas atuais”, ressalta Menezes, antes que você abra uma aba no Google para ver a quantas andam as máquinas de hoje em dia.

Nota: Câmeras fotográficas são resultado de muita inteligência, investimentos e tecnologia. E o olho, tremendamente mais complexo que a mais moderna das câmeras, seria resultado de mutações aleatórias filtradas pela seleção natural ou de design inteligente?

Bebê volta à vida depois de 2 horas abraçado à mãe


Que o toque e o cheiro da mãe são importantes para o bebê não é novidade. Mas podem ser mais poderosos do que você imagina. Uma mãe australiana contou como o toque trouxe seu bebê de volta à vida. Os médicos disseram que Jamie Ogg não tinha nenhuma chance de sobrevivência, quando nasceu prematuro de 27 semanas, pesando apenas 900 gramas. Enquanto sua irmã gêmea, Emily, conseguiu sobreviver, Jamie lutou por vinte minutos, mas foi declarado morto pelos médicos. Eles o entregaram à mãe, Kate, para que ela e o pai, David, se despedissem. Quando recebeu a notícia de que seu filho não tinha sobrevivido, Kate desenrolou Jamie do cobertor, colocou-o perto de seu peito e começou a conversar com ele. “Ele era muito mole. Seus pequenos braços e pernas estavam apenas caindo fora de seu corpo. Dissemos a ele qual era seu nome e que tinha uma irmã”, disse ao jornal Daily Mail. Depois de duas horas de conversa com o filho, de tocá-lo e acariciá-lo, ele começou a mostrar sinais de vida. Em seguida, após sua mãe colocar um pouco de leite materno no dedo e dar a ele, o bebê começou a respirar.

Kate tem certeza de que o contato “pele-a-pele”, no seu caso, foi vital para salvar seu filho doente. O método conhecido por “mãe canguru”, que também é aplicado em hospitais brasileiros, supõe que as mães se tornem incubadoras humanas, mantendo o bebê aquecido. Sabe-se que os bebês de baixo peso tratados dessa maneira têm menores taxas de infecção, padrões de sono melhor e menor risco de hipotermia. Mas casos como o de Kate desafiam a ciência e nos fazem continuar com razões para acreditar.

sábado, 6 de julho de 2013

Enfiar o dedo na tomada pode aumentar suas notas na escola

imagesCAGD2CFLPor Minilua.com
Antes que você saia igual doido colocando os dedos em todas as tomadas da casa, saiba que a ideia é usar choques para melhorar cérebro, mas não é qualquer choque, ele são feitos em laboratórios e por gente especializada. Por isso não enfie sua mão na tomada.
Um estudo sério feito pela Universidade de Oxford mostrou que choques dados em certa regiões do cérebro fazem com que ele fique melhor e mais ágil. O teste foi mostrou que após os choques, as pessoas conseguiam resolver problemas os quais não tinham conseguido antes de serem eletrocutados.
choque
Até agora não foi encontrado nenhum efeito colateral, o que pode ser muito promissor, pois assim todos poderiam "tunar" seus cérebros e tornarem-se mais inteligentes. Tanto que os pesquisadores acreditam que podem desenvolver capacetes especiais para serem vendidos a preços considerados bons para o mercado.
Tudo ainda está em fase de teste, mas quem sabe no futuro todos poderemos turbinar nosso cérebro tomando um belo choque na moleira.

Inteligentes erram mais do que os burros

-Minilua.
Você vive fazendo coisas erradas ou normalmente não faz a escolha mais correta para algo relativamente simples? Ao contrário do que se poderia pensar, você pode na verdade ser uma pessoa inteligente, pois segundo uma pesquisa errar é coisa de gente esperta.
O estudo, que foi feito por cientistas americanos e canadenses, tinha como voluntários alunos das melhores Universidades do mundo, que tinham que resolver problemas simples e lógicos, depois do teste o resultado foi surpreendente.
Os alunos super inteligentes erraram mais de 50% das respostas, que deveria ser facilmente acertadas. Os estudiosos acreditam que por serem pessoas de grande inteligência muitas vezes a autoconfiança faz com que analisem os problemas simples de maneira superficial, por isso cometem erros em coisas básicas, que pessoas mais burrinhas conseguiriam acertar.
Eles revelaram que quanto mais inteligente uma pessoa é, maiores são as chances de errar nas pequenas coisas.
Então se você vive fazendo “M” por aí, talvez seja apenas sua inteligência que é grande demais, ou você é meio burrinho mesmo, vai saber…

Pesos atômicos variáveis alteram Tabela Periódica


Você já deve ter ouvido falar, ou talvez lido em seus livros de Química, que os “pesos atômicos são constantes imutáveis da natureza”. Nada poderia estar mais longe da verdade. Na realidade, o peso atômico de alguns elementos varia dependendo de onde você está na Terra. A maior parte da massa de um átomo reside em seu núcleo, composto de prótons e nêutrons (com a exceção do hidrogênio, cujo núcleo é constituído por um único próton). O número de prótons no núcleo determina com qual átomo você está lidando: todos os átomos de carbono têm seis prótons, todos os átomos de oxigênio têm oito, e assim por diante. Mas o número de nêutrons pode variar entre átomos do mesmo elemento – átomos do mesmo elemento, mas com diferentes números de nêutrons, são chamados isótopos.

Agora, os guardiões da Tabela Periódica - a União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) - decidiram que os pesos atômicos do bromo e do magnésio não serão mais representados por um número, mas por um intervalo. O peso atômico do bromo mudou de 79,904 para o intervalo [79,901 a 79,907]. O peso atômico do magnésio, por sua vez, antigamente era 24,3050 - agora ele é representado pelo intervalo [24,304 a 24,307]. Pode parecer pouco, mas é uma mudança radical em relação a visões tradicionais do tipo “constante imutável da natureza”.

E por que essa mudança? Todos os elementos têm certo número de isótopos instáveis, que se “quebram” através de um processo chamado decaimento radioativo. Mas alguns elementos têm também mais do que um isótopo estável. É aí que os químicos começam a ter problemas quando querem definir o peso atômico.

O bromo, por exemplo, tem dois isótopos estáveis que ocorrem na Terra em quantidades semelhantes. Mas os dois não estão igualmente dispersos: por exemplo, o isótopo mais pesado do bromo é ligeiramente mais comum na água do mar e nos sais do que nas substâncias orgânicas.

O magnésio se comporta de forma semelhante: existem três isótopos estáveis desse metal, e eles variam ligeiramente em abundância em diferentes ambientes. Isso significa que o peso médio de um átomo de bromo ou de magnésio nesses diferentes ambientes também varia. Daí a necessidade da mudança - dependendo da situação onde a medição for feita, resultados diferentes poderão estar igualmente corretos.

E já que estavam com a mão na massa, os químicos da IUPAC aproveitaram a oportunidade para ajustar os pesos atômicos de mais três elementos: germânio, índio e mercúrio.

E não espere que a Tabela Periódica fique estável por muito tempo. Foram necessários 150 anos para que as propriedades dos elementos químicos sofressem a primeira modificação - a Tabela Periódica foi corrigida pela primeira vez na história em 2010. Agora, menos de três anos depois, já veio a segunda modificação. Ou seja, talvez seja uma boa ideia olhar a “versão da Tabela Periódica” da próxima vez que você precisar consultar uma.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

As 17 bebidas mais fortes e bizarras do mundo


Quase cada uma das culturas que existem em nosso planeta tem a sua bebida alcoólica típica. Veja aqui uma coleção destas variadas e bizarras bebidas alcoólicas pelo mundo.

Hidromel

Hidromel
Também conhecido como vinho de mel, pode ser um fermentado suave entre suave a forte no seu volume alcoólico. Historicamente as origens do hidromel são desconhecidas, mas ele é mencionado desde a antiguidade na Europa, África e Ásia. Alguns afirmam que o hidromel é o pai de todas as bebidas fermentadas.

Maotai ou Moutai

Maotai
É considerada por muitos como a bebida chinesa mais famosa. Suas origens datam de 800 anos atrás na China.

Chicha

Chicha
É uma bebida fermentada produzida pelos povos indígenas andinos, datando do Império inca. Alguns afirmam que é uma das bebidas alcoólicas mais antigas do planeta. Mas também era usada pelos maias para a alimentação sendo a mais popular entre todas as bebidas. O seu preparo consiste em que garotas masquem milho e o cuspam em um caldeirão de água fervida. Depois de fermentada, a mistura se transforma em chicha e pode ser servida.
Embora o milho seja o ingrediente mais comum, também podem ser usados mandioca ou frutas. Nos países andinos, o termo pode referir-se a qualquer bebida fermentada caseira.

Kumis

Kumis
É uma bebida fermentada feita com leite de égua. Famosa na Ásia Central esta bebida foi mencionada pela primeira vez por Heródoto no século V a.C. É uma bebida suave com um volume alcoólico de 2,5%.

Bakon Vodka

Bakon Vodka
É perfeita para aqueles que sempre quiseram saber como seria um drink sabor bacon altamente alcoólico. Caso você queira algo mais picante que tal vodka com pimentas chilli?

Mezcal

Mezcal
Além de bacon, vermes podem ser ingredientes de bebidas alcoólicas também. Esta é a larva de uma mariposa que vive na planta agave. Ninguém está certo quando começou a tradição de adicionar larvas à bebida. É provável que o objetivo seja dar uma prova visual de que o conteúdo alcoólico é suficiente para preservar o bicho em conserva.

Vinho de lagarto e de filhotes de ratos

Vinho de lagarto e de filhotes de ratos
Esta bebida chinesa pode não parecer muito apetitosa, mas dizem que tem sabor de brandy, melhora a visão e ainda por cima protege contra mais espíritos.
Também dizem que o vinho de filhotes de ratos de origem coreana tem propriedades medicinais curando a tosse, resfriados e problemas hepáticos. Os filhotes de ratos são afogados em vinho de milho. Após a “mistura” ser feita deve ser armazenada em um local escuro e seco durante um ano antes de poder ser bebida.

Cobras

cobras alcoolica bebida
Também dizem que bebidas alcoólicas misturadas com cobras também curam várias doenças como impotência, dores musculares e nas costas e queda de cabelos. Estas bebidas contém serpentes extremamente venenosas.

Aranhas e escorpiões

vodka aranha escorpiões
Se você não curte répteis, que tal aracnídeos? A vodka tailandesa abaixo a esquerda é feita com arroz destilado, tem sabor de 
banana
 e é adoçada. A aranha não é venenosa.

Vinho de enguia

vinho de enguia
O vinho de enguia abaixo a esquerda é fabricado no Laos. Mas se você prefere sua bebida sem nenhuma criatura nojenta em seu interior você pode beber esta vodka vietnamesa, de arroz, que vem em uma embalagem bem curvilíneia (abaixo a direita).

Everclear e Bacardi 151

everclear bebida mais forte do mundo alcoolica
Na falta de etanol nas bombas do combustível você poderá utilizar estas bebidas no tanque do seu carro.
Em termos de volume alcoólico o Everclear é considerado a bebida alcoólica mais forte do mundo. Há versões com 95 e 75,5% de álcool (a vodka costuma ter 40%). A bebida raramente é tomada pura, já que costuma ser apenas ingrediente de outros drinques.
O Bacardi 151 também é utilizado em drinques, geralmente os inflamáveis como o B-52. A garrafa é fabricada com um agente retardante de chamas.

Raicilla

raicilla
É uma forte bebida mexicana conhecida como a tequila caseira que, nos anos recentes, passou a ser industrializada.

Absinto

absinto
Conhecida como a “fada verde” esta é uma outra bebida altamente alcoólica (entre 45 e 74%). Ela é comumente verde, mas pode ser cristalina, e tem sabor de anis e ervas. É comumente diluída em água para amenizar o forte sabor. O Absinto originou-se na Suiça e tornou-se popular no fim do século 19 na França entre os artistas e escritores. Neste mesmo período as colheres de absinto tornaram-se famosas. Elas eram utilizadas para dissolver um cubo de açúcar em uma taça com absinto para tirar um pouco do amargor e adoçá-lo. Hoje são ítens de colecionadores.
absinto
Em meados de 1915 o absinto havia sido proibido em muitos países como uma droga que causava vício, principalmente por causa da presença da tujona. Mas há pouca evidência de o absinto seja mais perigoso do que outras bebidas. Na década de 1990 o absinto voltou a ser fabricado em muitos países europeus. Há inclusive uma marca de absinto feito na República Checa que tem alto teor alcoólico e alguns com sabor de maconha.

domingo, 16 de junho de 2013

Criaturas Estranhas


Os Animais  são criaturas incríveis, alguns deles correm em velocidades extraordinárias, outros podem suportar o calor escaldante até o mais baixo frio… Hoje vendo uma serie de animais, vi alguns animais CURIOSOS e decidi buscar esse pequenos nas internet. veja !
Verme-do-mar:Vestimentiferan worm é o nome desse tipo de minhoca tubular submarina que foi vista passeando pelos vermes em forma de tubos que habitam o ponto mais profundo do oceano. Um abismo escuro e frio, em que apenas um pedaço oferece condições extremas de vida. Essas minhocas vivem se alimentando do metano proveniente das erupções vulcânicas submarinas que ocorrem numa falha tectônica de 180.000 metros quadrados, lá no fundo, kms baixo da superfície do OceanoAtlântico.-fonte
Blobfish: A “gelatina” que aparece na foto é oBlobfish (Genus Psychrolutes)e é encontrado no fundo do mar, mais precisamente naAustrália e Tasmânia. Mas para vê-loé preciso mergulhar de 1 a 1,3 quilômetro abaixodo nível do mar. Ele é uma massa gelatinosa,levemente menos densa que a água. Como a pressãolá embaixo é muito grande, há um certoequilíbrio que permite que o bicho flutue entre as pedrassem gastar energia.-fonte

PolvoDumbo (Dumbo Octopus):Polvos
comumente chamados de PolvosDumbo pelas orelhas parecidas com o personagem da Disney.São criaturas que




vivem em profundidades extremas esão os mais raros da espécie dos Octopuses.


Macaco da cara branca: Esse dá calafrios.O olhar penetrante deste macaco impressiona qualquer um. Adivinha de onde é este bicho? Isso mesmo, Brasil.                 Hagfish Este é um peixe. Não, não é um caracol. Ele é conhecido como o mais nojento peixe do mundo. O Hagfish além de feio é meio sinistro. Ele secreta um ja baba gosmenta para escapar dos predadores, e se a mimenta fazendo um buraco no seu alimento (outro peixe ou humanos) onde enfia esse monte de dente nojento.



O movimento desta minhoca emforma de peixe se dá quando ele cria um nó e comele consegue se opelir em direção àvítima.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Psychotria Elata, uma planta com lábios carnudos


Psychotria Elata e uma espécie de planta curiosamente 

diferente, 

Encontrada em regiões de floresta tropical da América, como 

Costa Rica e Colômbia, Na qual a se assemelhar a lábios 

canudos bem vermelhos (recebendo até o nome vulgar de 

lábios de prostituta). Tudo isso se da graças a produção 

brilhantes brácteas vermelhas que dão esse aspecto tão 

realístico fazendo com que reconheçamos a semelhança o 

mais interessante e que essa plantas usam desse 

mecanismo para atrai polinizadores (abelhas, beija-flores, 

besouros dentre outros) garantido a sua procriação.

flor de lábios Psychotria elata

domingo, 2 de junho de 2013

Vida extraterrestre ou Povos com deformações ?

Obs : Essas imagens foi retiradas de diversos sites por equipes de seguranças que não permitiram a divulgação do estudo , o por quê não sabemos ! se causo a publicação for tirada daqui , saibam que foi por desobedecer regras .

Foram encontrados em um sítio arqueológico no norte do México, próximo ao povoado de Onavas , um cemitério de aproximadamente 1000 anos de idade , e nele estavam 25 corpos . O mais impressionante é que 13 corpos tinham deformações cranianas , muito semelhantes a crânios de alienígenas que são encontrados nos filmes de ficção segundo informações do instituto Nacional de Antropologia e História.Esqueleto

Os arqueólogos ficaram intrigados com as deformações , mas sabe-se que antigos povos faziam essas intervenções nos crânios para diferenciar uma tribo da outra . O problema é que isso ocorria em lugares não muito perto do local em que os corpos foram achados . De acordo com os arqueólogos  17  Corpos eram de crianças entre 5 meses e 16 anos de idade , e os outros 8 de adultos . Somente um deles era de uma mulher ,  e 5 corpos apresentavam mutilações dentárias .

Crânio alienígena


Deixando claro que seres vivos com aumento craniano , não são Et's , pois existe uma doença que deforma o crânio trazendo um aumento em certas partes do corpo ,e vale lembrar que tribo usava de rituais e suas culturas para fazerem coisas macabras . Então leitor , Será que isso pode ser mais uma prova de que não estamos sós no universo? 

OU APENAS MAIS UM RITUAL DE CULTURAS DOS POVOS 

MESOAMERICANOS? 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Tudo é vaidade mesmo




O que meros 14 anos podem fazer com alguém... As fotos acima, do ator Keanu Reeves, estão separadas exatamente por esse período de tempo. O jovem e poderoso Neo do filme Matrix deu lugar a um senhor rechonchudo, envelhecido e com aspecto descuidado. Há pouco tempo, Reeves estava na lista dos atores que aparentemente não envelhecem. Mas sua aparição recente no Festival de Cannes mudou essa percepção.






 Veja abaixo mais alguns exemplos da tirania do tempo.



Sophia Loren: essa não é do “meu tempo”, mas foi musa da geração do meu pai

Cybill Sheppherd: essa já é do “meu tempo”. Quando criança, assisti algumas vezes ao seriado A Gata e o Rato (1985). A gata também envelheceu

Mickey Rourke: foi sex symbol nos anos 1980. Foi

Kirstie Allen: outra estrela que foi a queridinha de muitos filmes (teve participação em Jornada nas Estrelas 2, em 1982, e em Olha Quem Está Falando, de 1989, entre várias outras produções)

Olhos entendem propriedades quânticas da luz


Milhões de anos de evolução moldaram [sic] nossos olhos para que eles funcionassem como detectores ópticos de alta sensibilidade, superando qualquer dispositivo artificial [o texto começa com essa frase fictícia absurda que só compromete sua lógica, à medida que lemos o que segue. –Diz o Jornalista e Teólogo Criacionista  Michelson B]. O que não se sabia é que as células fotorreceptoras da retina detectam a diferença entre diferentes fontes de luz, algo que só pode ser mensurado pelas propriedades quânticas da luz. Em termos técnicos,as fotocélulas biológicas interpretam as propriedades estatísticas da luz. Segundo os pesquisadores do instituto AStar, de Cingapura, que fizeram a descoberta, isso abre o caminho para a criação de uma nova classe de dispositivos ópticos “bioquânticos”. Essas interfaces bioquânticas poderão usar sistemas biológicos para detectar a natureza quântica da luz, permitindo a criação de novos dispositivos ópticos mais simples.

A distribuição estatística dos fótons emitidos por uma fonte de luz depende da natureza dessa fonte de luz. Fontes de luz quentes, como o filamento de uma lâmpada incandescente, geram fótons aos borbotões. Já os lasers criam fótons aleatoriamente - cada um é emitido independentemente do seguinte.

O que os pesquisadores descobriram é que as células fotorreceptoras da retina, conhecidas como bastonetes, detectam se o pulso de luz foi emitido por um laser ou por uma luz térmica. E elas fazem isto com base apenas nas diferentes distribuições de fótons, ou seja, naquilo que os físicos chamam de estatística dos fótons. As moléculas de rodopsina nos bastonetes absorvem os fótons, gerando uma corrente de íons.

Ao amplificar e medir essa corrente de íons, os pesquisadores perceberam que ela coincide perfeitamente com o número médio de fótons em cada pulso de luz - no caso de um laser, a corrente atinge um pico muito mais elevado do que quando a luz vem de uma lâmpada comum.

“A demonstração de que essas células podem avaliar a estatística dos fótons traz a esperança de acessarmos as propriedades quânticas da luz usando biodetectores”, disse Leonid Krivitsky, membro da equipe.

Os dois tipos de emissores de fótons investigados nesse experimento são exemplos de fontes de luz “clássicas”. “O próximo passo é investigar luz quântica, como pulsos com um número fixo de fótons”, revelou Krivitsky.



Michelson b - diz : Se as fotocélulas biológicas interpretam as propriedades estatísticas da luz e superam qualquer dispositivo artificial desenvolvido por pesquisadores inteligentes munidos da mais alta tecnologia, podemos atribuir o “surgimento” do olho humano a causas naturais não guiadas? A constatação de design inteligente é tão obvia numa pesquisa como essa que é preciso logo de cara, no primeiro parágrafo, vacinar o leitor contra a conclusão pela criação. Geralmente, textos como esse, escritos por jornalistas darwinistas ou que apenas reproduzem o discurso de cientistas darwinistas, são concluídos com uma ou duas frases de conteúdo naturalista/darwinista. Mais ou menos assim: (1) descrição do incrível funcionamento de algum sistema biológico, (2) admissão de que os sistemas artificiais criados pelo ser humano não se comparam aos naturais e (3) “explicação” de que esses sistemas naturais tremendamente mais complexos que os artificiais (criados) são resultado de milhões de anos de um processo evolutivo cego. A única diferença no texto acima está no fato de que a doutrinação evolucionista começa descaradamente logo no início.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cientistas creem que seja possível ser imortal em 2045



O empresário Dmitry Itskov e uma equipe de cientistas da Rússia querem fazer seres humanos imortais. Esse projeto é chamado de Iniciativa 2045, na qual planejam criar um avatar holográfico humano, completamente funcional, com um cérebro artificial capaz de pensar e sentir (medo, paixão, memórias). Em uma carta aberta ao mundo, Itskov disse: “Quando a vida acaba é que percebemos o quanto nós não fizemos, que não tivemos tempo suficiente para fazer o que realmente queríamos.” Ainda na carta, Itskov pontua: “Peço para tomar nota da importância vital do financiamento do desenvolvimento científico no campo da imortalidade cibernética e do corpo artificial. Essa pesquisa tem o potencial para libertá-lo, assim como a maioria de todas as pessoas no nosso planeta, desde a doença, a velhice, até a morte.”

O empresário ainda ressalta que a contribuição para inovações de ponta nas áreas de neurociência, nanotecnologia e robótica androide “é mais do que construir um futuro mais brilhante para a civilização”, mas também uma “estratégia de negócios inteligente e rentável que irá criar uma nova indústria da imortalidade”.

A questão agora é saber se o empresário pode obter o dinheiro necessário para cumprir seus objetivos.

A Iniciativa 2045 tem um longo caminho pela frente no mundo das interfaces cérebro-máquina, cujo objetivo é conseguir construir um cérebro humano.

Estudo revela mecanismo necessário para manter ereção



Um estudo desenvolvido na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, desvendou os processos químicos que levam o homem a manter uma ereção – até agora, só eram conhecidos os fatores que faziam com que o pênis ficasse ereto, mas não os necessários para mantê-lo dessa forma. Para os autores da pesquisa, , a descoberta abre portas para novas terapias capazes de ajudar pacientes que sofrem de disfunção erétil. De acordo com os pesquisadores, a liberação de óxido nítrico, um neurotransmissor produzido no tecido nervoso, provoca a ereção, pois relaxa os músculos, permitindo que o sangue chegue ao pênis. “No entanto, sabíamos que esse era apenas um estímulo inicial. Por isso, queríamos descobrir o que permite que a ereção se mantenha”, afirma o coordenador do estudo, Arthur Burnett.

Ao estudarem camundongos, Burnett e sua equipe descobriram que o sistema nervoso, depois de liberar com estímulos físicos e do cérebro ondas de óxido nítrico, produz uma cascata de substâncias químicas que são geradas com a ereção, fazendo com que a liberação do neurotransmissor continue por mais tempo, dentro de um modelo cíclico. 

Embora o estudo tenha sido feito com animais, Burnett afirma que a biologia básica da ereção é a mesma entre roedores e seres humanos. “Agora, vinte anos depois de descobrirmos a importância do óxido nítrico na ereção, sabemos que esse neurotransmissor inicia um sistema cíclico, que continua a produzir ondas do neurotransmissor”, diz o pesquisador. “Foi uma viagem de vinte anos para completar a nossa compreensão desse processo. Agora, pode ser possível desenvolver terapias para melhorar ou facilitar o processo”, diz Solomon Snyder, que participou da pesquisa. 

Casal posa para foto após 88 anos de matrimônio



Casados há quase nove décadas, Wu Conghan, 101, e Wu Sognshi, 103, finalmente conseguiram tirar foto vestidos de noivos. O casal trocou alianças em 1924, quando mal se ouvia falar em câmeras fotográficas na China. A lembrança do enlace, hoje obrigatória, era um sonho antigo da dupla e virou realidade com a ajudinha de uma empresa de fotografia da província de Sichuan, que ajuda casais idosos a recuperar fotografias de casamento. E as bengalas não foram empecilhos para as poses. Coberta de renda e com véu, a noiva abriu o maior sorriso ao lado do amado, todo charmoso com gravata borboleta. Não são fofos? rsrsrsrsrs

Tédio tem mais a ver com você do que com a situação



Não tem nada para fazer? Você está em um lugar chato? Com pessoas chatas? Talvez você é quem esteja chato. Segundo um estudo canadense, o tédio geralmente tem mais a ver com o estado de espírito ou problema da pessoa do que com um problema do ambiente. John Eastwood da Universidade York (Toronto, Canadá) e Mark Fenske, da Universidade de Guelph (Canadá), decidiram estudar o tédio por ser uma experiência humana comum pouco analisada e compreendida. Fenske e Eastwood dizem que a maioria das pessoas pensa no tédio como trivial e corriqueiro, e talvez por isso pesquisadores ainda não o tenham estudado profundamente. Mas o tédio pode ser um sinal de problemas mais sérios.

“O tédio pode ter alguns efeitos horríveis e pode estar associado com estados patológicos. Há uma forte associação entre depressão e tédio, e lesão cerebral traumática e tédio”, observa Fenske. Também, viciados em drogas e álcool geralmente recaem quando confrontados com o tédio. Portanto, é sim importante responder: O que nos faz ficar com aquela cara de mosca morta desejando que o tempo passe mais rápido?

Segundo os pesquisadores, as pessoas acreditam que o tédio se relaciona com o ambiente. Por exemplo, elas acham que, se uma palestra ou uma conversa está chata, podem simplesmente mudar de tópico para evitar a monotonia. “Nós atribuímos o tédio a problemas no ambiente, em vez de problemas com nós mesmos”, explica Fenske. Mas o tédio pode ter mais a ver conosco.

Eastwood e Fenske avaliaram descrições de tédio da filosofia existencialista, psicologia e literatura. Também realizaram um estudo com participantes, em que eles descreviam como se sentiam ao experimentar o tédio. Os pesquisadores, então, construíram uma definição que abrangeu todas as ideias mencionadas: o tédio ocorre quando temos dificuldade em prestar atenção aos estímulos internos e externos necessários para desfrutar de uma atividade. Quando percebemos que estamos com dificuldade de prestar atenção, culpamos o ambiente pela nossa falta de prazer (daí a relação que fazemos).

“Nossa abordagem é de vincular o tédio à atenção”, disse Fenske. Essa abordagem é importante porque os psicólogos sabem como tratar problemas de atenção, ou seja, os especialistas podem ajudar as pessoas que experimentam tédio crônico (sim, isso existe) ou cujo tédio está afetando sua vida de qualquer maneira (depressão, vícios, etc.).

Os cientistas também acreditam que suas descobertas fornecem novas áreas de estudo. “Não tenho dados para apoiar isso, mas especulo que as pessoas têm mais tédio nos tempos modernos porque experimentam entretenimento intenso. Estamos acostumados a ser passivamente entretidos e essa estimulação constante nos coloca em risco de [mais] tédio no futuro”, finaliza Eastwood.

Cientistas alemães identificam “hormônio da fidelidade”



Um spray nasal com hormônio fez com que homens casados ou em relacionamentos longos mantivessem distância de mulheres atraentes, mas não teve efeito sobre os solteiros. De acordo com a pesquisa da Universidade de Bonn, na Alemanha, os homens comprometidos não deixavam de achar as outras mulheres atraentes, mas começavam a se sentir desconfortáveis rapidamente quando se aproximavam delas e se afastavam. O papel da oxitocina, conhecida como “hormônio do amor”, já é conhecido por promover a atração entre homens e mulheres, mas nunca tinha sido mostrado como determinante para a manutenção dos relacionamentos longos.

As descobertas sugerem que um aumento nos níveis de oxitocina poderia ajudar a manter os casamentos. A maneira mais óbvia de uma mulher aumentar os níveis de oxitocina de seu parceiro seria fazer sexo com ele, mas “a simples presença íntima já poderia ser suficiente”, segundo os pesquisadores.

“Pesquisas anteriores com ratazanas da pradaria já identificavam a oxitocina como chave para a monogamia em animais. Aqui, fornecemos a primeira evidência de que o hormônio pode ter um papel semelhante em seres humanos”, disse ao Telegraph a coordenadora do estudo, René Hurlemann.

No estudo, que foi publicado no Journal of Neuroscience, o time espirrou oxitocina ou placebo nos narizes de 57 homens antes de apresentá-los a uma pesquisadora atraente. Conforme ela se aproximava de cada um, eles indicavam a “distância ideal” e, quando ela se aproximava demais, eles relatavam se sentir “ligeiramente desconfortáveis”. O experimento também foi feito com o homem se aproximando da mulher e escolhendo o quão distante queria ficar.

“Como a oxitocina é conhecida por aumentar a confiança nas pessoas, esperávamos que homens sob a influência do hormônio permitissem que a mulher se aproximasse bastante, mas aconteceu justamente o contrário”, disse Hurlemann.

Em média, os homens com oxitocina no nariz mantiveram uma distância de 10cm a 15cm das mulheres. Não houve diferença entre a oxitocina e o placebo em homens solteiros.