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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como seria a Terra sem a lua? Veja o Design Inteligente por trás da Criação do Planeta


A Lua surgiu de um impacto da Terra e um corpo denominado Thea [segundo a cronologia evolucionista] há bilhões de anos. Se ela não existisse, ou desaparecesse por algum motivo, a vida no planeta seria bem diferente, ou melhor, até poderia não existir. Como seria a Terra sem a Lua?
Terra e Lua
O eixo de rotação do planeta Terra permanece estável em cerca de 23,5º de inclinação, e isso só é possível por causa de nosso satélite natural. Sem ele, a inclinação atingiria os 85º, o que não seria um fator favorável a vida.
Os dias seriam mais curtos sem a Lua, algo entre 15 e 18 horas. Isso aconteceria porque com a Lua, as forças de maré diminuem a velocidade de rotação do planeta, tornando o dia mais longo. Com uma velocidade de rotação mais rápida, a atmosfera terrestre se moveria com maior velocidade, fazendo com que os ventos se tornem muito mais fortes e grandes furacões muito mais longos.
O clima no planeta seria muito diferente. Por causa da mudança do eixo de inclinação e a velocidade orbital, o clima seria drasticamente modificado. Nos polos, onde faz muito frio, seria quente como nos trópicos, que estariam cobertos por gelo.
Como se não bastasse, aquela esfera esburacada branca atua como um eficiente escudo contra a colisão de asteroides. Se ela não existisse, a Terra seria a única fonte de atração gravitacional, atraindo objetos para a superfície do planeta.
Imaginando que a Lua nunca tenha existido, o impacto da Terra e Thea que a formou também nunca teria acontecido. Durante esse impacto, a órbita do planeta foi alterada. Hoje provavelmente teríamos uma órbita menos elíptica, além de uma planeta maior (a Lua é formada com pedaços da crosta da Terra).
Como deu pra perceber, sem a Lua,a vida seria não somente diferente, mas poderia nunca ter surgido. E a essa altura você já deve estar se perguntando se algum dia nosso planeta ficará sem a Lua. A resposta é afirmativa. Ao longo de dezenas de milhões de anos, as forças da maré diminuíram ainda mais a velocidade de rotação, tornando os dias cada vez mais longos. Contudo, a Lua se afasta do planeta 3,8 cm por ano. E um dia se poderá se desprender da órbita do planeta. Cientistas estimam que isso poderá acontecer daqui a 1 ou 2 bilhões de anos, se tornando um planeta-anão ou podendo se colidir com outros astros.
Embora alguns cientistas calculem que a ausência da Lua daria ao nosso planeta uma precessão caótica (o eixo de rotação da Terra pode passar a oscilar descontroladamente), a maioria discorda. Para eles, a Lua não irá se afastar para sempre, mas sim até somente a translação da Lua atingir um valor de 55 dias, mesmo período que a Lua estará 60% mais distante daquilo que está hoje. Contudo, segundo eles, isso só aconteceria daqui a 15 bilhões de anos. Vale lembrar que até lá o sistema solar inteiro deixará de existir, pois o Sol só irá viver mais uns 5 ou 6 bilhões de anos, antes de se tornar uma gigante vermelha e produzir uma nebulosa planetária.
Estamos vivendo no momento adequado para a Terra abrigar vida em abundância e ser iluminada pelo luar. Até a Lua desaparecer, provavelmente já teremos encontrado uma nova casa. Mas até lá, aproveite bem o dia, e as noites também.


http://misteriosdomundo.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pesquisador diz que Jesus usou maconha em milagres


                                                                                     Um estudo publicado
 pela revista High Times, especializada em divulgar fatos relativos ao uso da maconha lança a tese de que muitos dos milagres de Jesus Cristo foram feitos usando uma mistura à base de maconha. De acordo com o professor de mitologia clássica da Universidade de Boston Carl Ruck, responsável pelo estudo, Cristo e seus apóstolos teriam usado um óleo feito com a planta para curar doentes.
A rede britânica BBC, que veiculou a informação, identifica a mistura de maconha usada por Cristo como o kaneh-bosem, extrato usado para curar enfermidades físicas e mentais. Os cientistas, que encontraram nas escrituras sagradas referências à utilização do kaneh-bosem, dizem que ao contrário de hoje, as propriedades medicinais da Cannabis sativa eram utilizadas por absorção através da pele.
Além dos pesquisadores norte-americanos, diversos estudiosos lingüistas já haviam identificado a maconha como o ingrediente principal do óleo referido na Bíblia. Os doentes eram mergulhados na essência, que curava epilepsia, problemas na pele, nos olhos, ou até mesmo menstruais.
O estudo em nenhum momento coloca em dúvida os milagres de Jesus Cristo. A fé não é dissociada da cura pelos cientistas, que buscaram descobrir se a Igreja Católica, em seus primeiros anos, utilizou substâncias medicinais para curar enfermidades.

E chegará um tempo em quê todos pagarão pelos seus pecados!
Volta logo Jesus.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Olhos entendem propriedades quânticas da luz


Milhões de anos de evolução moldaram [sic] nossos olhos para que eles funcionassem como detectores ópticos de alta sensibilidade, superando qualquer dispositivo artificial [o texto começa com essa frase fictícia absurda que só compromete sua lógica, à medida que lemos o que segue. –Diz o Jornalista e Teólogo Criacionista  Michelson B]. O que não se sabia é que as células fotorreceptoras da retina detectam a diferença entre diferentes fontes de luz, algo que só pode ser mensurado pelas propriedades quânticas da luz. Em termos técnicos,as fotocélulas biológicas interpretam as propriedades estatísticas da luz. Segundo os pesquisadores do instituto AStar, de Cingapura, que fizeram a descoberta, isso abre o caminho para a criação de uma nova classe de dispositivos ópticos “bioquânticos”. Essas interfaces bioquânticas poderão usar sistemas biológicos para detectar a natureza quântica da luz, permitindo a criação de novos dispositivos ópticos mais simples.

A distribuição estatística dos fótons emitidos por uma fonte de luz depende da natureza dessa fonte de luz. Fontes de luz quentes, como o filamento de uma lâmpada incandescente, geram fótons aos borbotões. Já os lasers criam fótons aleatoriamente - cada um é emitido independentemente do seguinte.

O que os pesquisadores descobriram é que as células fotorreceptoras da retina, conhecidas como bastonetes, detectam se o pulso de luz foi emitido por um laser ou por uma luz térmica. E elas fazem isto com base apenas nas diferentes distribuições de fótons, ou seja, naquilo que os físicos chamam de estatística dos fótons. As moléculas de rodopsina nos bastonetes absorvem os fótons, gerando uma corrente de íons.

Ao amplificar e medir essa corrente de íons, os pesquisadores perceberam que ela coincide perfeitamente com o número médio de fótons em cada pulso de luz - no caso de um laser, a corrente atinge um pico muito mais elevado do que quando a luz vem de uma lâmpada comum.

“A demonstração de que essas células podem avaliar a estatística dos fótons traz a esperança de acessarmos as propriedades quânticas da luz usando biodetectores”, disse Leonid Krivitsky, membro da equipe.

Os dois tipos de emissores de fótons investigados nesse experimento são exemplos de fontes de luz “clássicas”. “O próximo passo é investigar luz quântica, como pulsos com um número fixo de fótons”, revelou Krivitsky.



Michelson b - diz : Se as fotocélulas biológicas interpretam as propriedades estatísticas da luz e superam qualquer dispositivo artificial desenvolvido por pesquisadores inteligentes munidos da mais alta tecnologia, podemos atribuir o “surgimento” do olho humano a causas naturais não guiadas? A constatação de design inteligente é tão obvia numa pesquisa como essa que é preciso logo de cara, no primeiro parágrafo, vacinar o leitor contra a conclusão pela criação. Geralmente, textos como esse, escritos por jornalistas darwinistas ou que apenas reproduzem o discurso de cientistas darwinistas, são concluídos com uma ou duas frases de conteúdo naturalista/darwinista. Mais ou menos assim: (1) descrição do incrível funcionamento de algum sistema biológico, (2) admissão de que os sistemas artificiais criados pelo ser humano não se comparam aos naturais e (3) “explicação” de que esses sistemas naturais tremendamente mais complexos que os artificiais (criados) são resultado de milhões de anos de um processo evolutivo cego. A única diferença no texto acima está no fato de que a doutrinação evolucionista começa descaradamente logo no início.

domingo, 19 de maio de 2013

'' Bíblia de 1500 anos é encontrada e pode mudar o Cristianismo''



Uma Bíblia de mais de 1500 anos foi descoberta na Turquia e causa preocupação ao Vaticano. Isso porque a tal bíblia contém o evangelho de Barnabé, que teria sido um dos discípulos de Cristo que viajava com o apóstolo Paulo e descreve Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.


O livro teria sido descoberto no ano 2000, e foi mantido em segredo na cidade de Antara. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo. De acordo com as notícias; peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original.

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.

Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar morto.

Não nos precipitemos em conclusões ! A palavra pode se refere a Hipótese e não a certeza . 

domingo, 12 de maio de 2013

Cobra se locomovendo com patas ?


(Gn 3:14) - Dá a entender que as cobras não rastejavam , só que a ciência não apoia essa ideia pois enxerga o livro do gêneses como lenda , só que eles terão que explicar um novo achado. A imagem acima mostra claramente as patas em uma serpente , e acreditem,  ela realmente usava de suas patas para locomoção foi achado por uma habitante da cidade chinesa de Suining ela  levou o susto de sua vida ao encontrar uma cobra na parede de seu quarto. Detalhe: a cobra era dotada de uma perna. Duan Qiongxiu, 66 anos, entregou o animal para cientistas, que se surpreenderam com o fato de o animal ter aparentemente desenvolvido uma pata completa, com quatro dedos.

“Acordei e ouvi um barulho estranho. Quando acendi a luz, vi o bicho rastejando na parede”, conta Duan. Ela pegou um sapato e matou o animal, mas guardou o corpo em um pote com álcool.

A cobra bizarra será estudada pelo departamento de ciências biológicas da Universidade de Nanchong.

sábado, 11 de maio de 2013

JESUS E A TRANSFORMAÇÃO DA ÁGUA EM VINHO - CIENTIFICAMENTE POSSÍVEL ?

Todos sabemos que à Escritura Sagrada é o livro mais lido no mundo e que os seus conteúdos são motivos de debates ( aos questionadores ) Transformação ( para os religiosos ) e piada ( para os céticos ). Aqueles que vêem a bíblia como poder transformador , se regojiza com as coisas que nela contém e com todos os milagres oferecidos por profetas e pelo Messias . A algum tempo o velho testamento têm sido o principal motivo de '' Incógnitas '' ( algo cujo eu não acho errado, pois a arte de questionar é melhor do quê a de responder pois é de pequenas perguntas que se origina grandes resposta ) , porém alguns milagres oferecido pelo Salvador Jesus Cristo , tem se tornado motivo de debates e tem se dividido  hipoteticamente de quê ou JESUS era um Mágico - Conhecedor da ciência totalmente aprofundada ou era realmente o filho de Deus. Entre tantos milagres o que você acha da Transformação cientificamente da água em vinho ? rsrs Então foi assim que aconteceu :


- O senhor Jesus Transformou água em vinho parece bem básico !
 o problema é que Água é uma pequena molécula que tem 2 átomos de Hidrogênio e 1 átomo de oxigênio
já o vinho , ele é composto por átomos de Carbono , Nitrogênio e um montão de outras coisas ali no meio .
Pra se transformar água em vinho o Senhor Jesus precisou de um pequeno Reator atômico com aceleração termo nuclear pra produzir '' uma coisa simples '' que é arrebentar os átomos ou seja :  pegar prótons , neutros e elétrons separar , restruturar de novo pra criar carbono e nitrogênio porque não tinha isso na água criar toda essa restruturação conhecido como processo de fissão e fusão nuclear ( uma confusão nuclear ) .
A bíblia diz , que havia 6 talhas com água , calculando o volume disso a energia precisa para fazer toda essa transformação é equivalente a energia de mais de 200 bilhões de estrelas da nossa via láctea em apenas 1 dia . A ciência entende o que aconteceu ? Claro que sim ! , Só não sabe de onde veio toda essa energia .

Pra mim ele é o Messias filho de Deus e para vocês ?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A retórica “científica” em ação: evolução e gravidade


No pensamento evolucionista, há um grande contraste entre sua ambiguidade científica e sua certeza metafísica. Há todo tipo de problemas em explicar como o mundo poderia ter surgido por conta própria, mas, ainda assim, ao mesmo tempo, os evolucionistas constantemente nos asseguram que a evolução é um fato científico. Por exemplo, enquanto Philip Ball exorta seus colegas evolucionistas a admitirem que nós não entendemos completamente como a evolução trabalha no nível molecular, ele, simultaneamente, apresenta a ideia como um fato e critica aqueles que duvidam dessa nova verdade. Mas como podemos ter tanta certeza de que as espécies se originaram espontaneamente quando nossos melhores esforços para explicar como isso poderia ter acontecido continuam a ser insuficientes? Quando destaquei isso, um evolucionista retrucou, afirmando que eu estaria cometendo o erro elementar de confundir os detalhes de uma teoria com seu valor de verdade: “Não entendemos completamente como funciona o câncer. Isso faz com que o câncer não seja verdade?”

Essa objeção merece ser examinada, não porque faça sentido (não faz), mas porque é uma resposta padrão.

O defensor do padrão evolucionista, Stephen J. Gould, uma vez comparou a certeza da evolução com a da gravidade: “Os fatos não desaparecem quando cientistas debatem teorias rivais para explicá-los. A teoria da gravitação de Einstein substituiu a de Newton, mas as maçãs não ficam suspensas no ar enquanto se aguarda o resultado. E os seres humanos evoluíram de ancestrais simiescos, se pelo mecanismo proposto por Darwin ou por outro, ainda a ser descoberto.”

Gould não foi o primeiro evolucionista a comparar a evolução com observações empíricas tais como a gravidade. Essas comparações remontam praticamente a Darwin e elas não pararam desde então. Isso é notável porque esses argumentos são falaciosos e falhos. Eles nos dizem muito mais sobre o estado do pensamento evolucionista do que sobre a suposta verdade da evolução.

Seja a comparação a gravidade, o câncer ou qualquer observação empírica, nós os consideramos um fato porque podemos observá-los. Se podemos ou não explicá-los, e até que ponto podemos explicá-los, não tem qualquer influência sobre a própria observação. Assim, Gould está correto quando afirma que a gravidade “permanece, ou não vai embora” quando cientistas debatem teorias rivais para explicá-la.

Mas nós não observamos os seres humanos evoluírem de ancestrais simiescos. Essa é a afirmação da evolução, e é uma afirmação que sofre de problemas científicos substanciais. E esses problemas não são um detalhe sobre a evolução, são um fato científico. Sim, evolucionistas debatem explicações rivais sobre como as espécies se originaram, mas, nesse caso, não há nenhuma observação da evolução que [como a gravidade] “permaneça, ou não vá embora” durante o debate. Não há fato da evolução observado no qual possamos nos firmar, enquanto as explicações evolutivas encontram problemas científicos.

Essa falácia na comparação de evolucionistas com observações empíricas não é sutil. Na verdade, a falácia é tão trivial que chega a ser vergonhosa para os evolucionistas. Mas, ainda assim, aí está ela. Os principais evolucionistas sempre usaram e continuam a usar esse argumento ridículo. O que é importante aqui não é nem que o argumento seja falho, mas que os evolucionistas acreditem que ele seja uma defesa eficaz de sua posição insustentável. O argumento falha em sua defesa da evolução, mas não falha em revelar quão falho e vazio é o pensamento evolucionista.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Os físicos e a Bíblia


Uma conversa sobre a origem do Universo com o grande físico Cesar Lattes

– No princípio, Deus criou os céus e a terra.
– Os céus e a terra, está bem? E depois criou as águas. Continue lendo...
– A terra era informe e vazia. As trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus movia-Se sobre a superfície das águas.
– Tinha o céu, a terra e as águas. Então, o que Ele disse?
– Deus disse: “Faça-se a luz.”
– Ele estava no escuro...
– E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. Deus chamou “dia” a luz e às trevas, “noite”. Assim surgiu a tarde e em seguida a manhã. Foi o primeiro dia.
– Está bom? Então você queria saber sobre a origem do Universo? Está aqui a origem do Universo. Você conhece, já ouviu falar desse livro?

Foi assim que começou o diálogo entre uma repórter e o físico Cesar Lattes, professor emérito da Unicamp (falecido no ano passado). O peso do livro do Gênesis foi maior que o dos livros todos reunidos na Bíblia pousada sobre o sofá, lida pela jornalista a pedido do cientista. Dia agradável, ensolarado, na casa simples e acolhedora do distrito de Barão Geraldo, em Campinas, onde se abriga a família de um dos maiores cientistas do mundo. 

Em 1947 Lattes descobriu o méson-pi, depois de expor chapas fotográficas muito sensíveis, conhecidas como emulsões nucleares, à altitude de 5,6 mil metros do Monte Chacaltaya, na Bolívia, onde a detecção dessas partículas seria presumivelmente mais favorável. “Mas mais emocionante foi detectar os mésons produzidos artificialmente, com Eugene Gardner, em Berkeley”, relembra o mestre.

Vverbete da Enciclopédia Britânica, Lattes dizia aceitar a Bíblia como a origem da matéria. Curitibano, foi um dos criadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e tornou-se professor da Unicamp em 1967. 

Abaixo, trechos da entrevista do Jornal da Unicamp com Cesar Lattes:

O que o senhor acredita ser aceitável para explicar a origem do Universo?
A realidade objetiva, a realidade no duro, é a resultante da superposição de todas as vontades: animais, vegetais, minerais e objetos manufaturados. Tudo tem alma. Até esse fósforo que acabei de acender. Vamos falar de Universo: cada ser é um Universo. Dizem que existem infinitos Universos. Eu não consigo conceber o conceito de infinito. Então, da origem de qual deles vamos falar? Das galáxias? Olha, eu acredito nesse livro aqui (bate na capa da Bíblia). Professo acreditar no que o cientista fala – porque é assim que ganho dinheiro como professor –, mas eu não acredito, acredito na Bíblia. As galáxias, dizem eles, está na moda, e o Big Bang, o traque enorme há 18 bilhões de anos, originou o Universo. Mas apareceu onde? No espaço e no tempo. Deus criou a matéria. Então, a origem do Universo, de acordo com os bobocas dos astrônomos, foi há 18 bilhões de anos. Só que o Sol existe apenas há 5 bilhões de anos... Eles dizem também que o Universo está em expansão. É o que dizem.

E o senhor, o que diz?
(Bate cinco, seis vezes sobre a Bíblia) 

Se a teoria do Big Bang ainda é aceita, não em sua essência, mas em algumas nuances, podemos questionar de onde veio a matéria antes da grande explosão...
Deus criou. E eu não brigo com astrônomos por isso, porque eu não os levo a sério.

Se formos falar nas teorias atuais...
Quais? Temos a budista, a da Santa Igreja Católica e as que ensinam nas universidades ocidentais...

Qual a avaliação que o senhor faz da discussão de teorias recentes sobre a origem do Universo nas universidades?
Charlatanice! Porque falam de coisas sobre as quais não se pode fazer experiência. O conhecimento vem da observação. E, mediante a observação, a gente faz medidas em geral para chegar às leis. O que se pratica nas universidades é muito limitado. Para se abrir a observação é preciso trabalhar.

Quais as principais diferenças entre a Física de hoje e a praticada há 50 anos?
Muito mais charlatanesca, porque o pessoal fica falando bobagens... Big Bang, materialização da energia... Energia não se materializa, energia é energia. Eu estou escrevendo um tratado, cujo título é “Tempo, Espaço, Matéria e Velocidade Limite”, ou “Energia, Momento, Massa e Velocidade Limite”. Você não pode materializar energia. Estudar a expansão do Universo é difícil. A gente pode tentar observar o Universo. Mas o estudo só é válido se houver observação. Só teoria é conversa.

               Podem pesquisar no site oficial da Unicamp e assistir a Entrevista Completa .