Mostrando postagens com marcador Ciência e Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ciência e Tecnologia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de junho de 2013

LHC o maior acelerador de partículas do mundo veja suas qualidades PARTE (2)


O Bóson de Higgs

O Bóson de Higgs foi proposto há mais de 40 anos para explicar a origem das massas das partículas. Os cientistas sugeriram que todas as partículas não possuíam massa logo após o Big Bang. 
Conforme o cosmos esfriou, um campo de força invisível, o “campo de Higgs”, se formou com seus respectivos bósons (um tipo de partícula subatômica). O campo permanece no cosmos e qualquer partícula que interaja com ele recebe uma massa através dos bósons. Quanto mais interagem, mais pesadas se tornam.
Central de Computadores
Após as colisões no LHC, uma enorme quantidade de dados é examinada por um exército de computadores. Os físicos vasculharam sistematicamente durante anos uma gama de massas dentro da qual o Bóson de Higgs deveria existir, por exemplo. Como decaí muito rapidamente, a partícula não pode ser observada diretamente, e os cientistas analisam vários canais possíveis de decaimento no acelerador.
Nível de energia
Além disso, em busca dessas partículas, o LHC busca aprimorar seu sistema e aumentar o nível de energia. Em abril, por exemplo, o LHC conseguiu operar a 8 TeV (Um elétron volt (eV) é a energia adquirida por um elétron quando acelerado por meio de uma diferença de potencial de 1 volt por feixe). O nível foi muito superior ao anunciado em fevereiro, quando o LHC voltou a funcionar após dois meses de pausa.

Durante os últimos dois anos, os feixes de prótons colidiam com energias de 3,5 TeV. Para alcançar esse nível de 8 TeV, o acelerador conseguiu colidir dois feixes de 4 TeV.






LHC o maior acelerador de partículas do mundo veja suas qualidades


O Grande Colisor de Hádrons


O LHC, o Grande Colisor de Hádrons, do CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear), é considerado o maior acelerador de partículas do mundo. É nele onde os cientistas se esforçam em busca de descobertas e respostas para as lacunas da física moderna.

O LHC é uma estrutura subterrânea sob a fronteira franco-suíça, com 27 quilômetros de perímetro, enterrado 100 metros abaixo do solo. Apesar de acontecerem outros experimentos no acelerador, o que mais chama atenção atualmente é a pesquisa relacionada ao Bóson de Higgs, também conhecido como Partícula de Deus.


Caverna do LHC




Atualmente, acontecem quatro experimentos no acelerador: Alice, que promove colisões entre íons de chumbo para criar condições de energia parecidas com o Big Bang; Atlas, que pode detectar a existência de outras famílias de partículas; CMS, um detector de propósitos múltiplos, como procurar dimensões extras do espaço; e LHCb, que investiga a diferença entre matéria e antimatéria. 

Nessa imagem, por exemplo, é possível ver a caverna do LHCb. É nesse local onde ficam as instalações do acelerador. O LHCb é um detector de partículas altamente especializado e elaborado de maneira específica para analisar essas partículas de vida curta e sua consequente deterioração. Portanto, o objetivo é desafiar as regras fundamentais e ajudar a estabelecer as bases da física moderna.

A simulação do Big Bang





No LHC é possível simular as condições do Big Bang, explosão que teria dado origem ao Universo há mais de 14 bilhões de anos. Isso porque, segundo a teoria moderna do Modelo Padrão, o Bóson de Higgs e o campo energético a ele associado foram responsáveis por conferir massa à matéria após o Big Bang.

O Modelo Padrão descreve a matéria comum, da qual os planetas, estrelas, cometas, humanos e basicamente tudo o que é visível, são feitos. Ainda assim, isso só corresponde a 4% do universo. O Restante, 96%, é invisível – as chamadas matéria e energia escuras.


O túnel do LHC




O acelerador é capaz de colidir partículas, como prótons, quando dois feixes de energia são disparados em direções opostas. Assim, há como testar os limites desse Modelo Padrão e procurar pelas partículas que ainda não foram encontradas.

Nessa foto, é possível ver parte do túnel que compõe a estrutura do anel do LHC. Por ele, os feixes de partículas são acelerados em uma velocidade muito próxima a da luz.

Parte (1) das qualidades do LHC

Microrrobôs imitam comportamentos de seres vivos





Robôs que entrem pelo corpo humano para executar procedimentos médicos servem de inspiração para o trabalho de inúmeros roboticistas ao redor do mundo. Por enquanto, eles só são eficazes no reino da ficção científica. Uma equipe europeia está tentando transformar esse sonho em realidade por meio de um microrrobô “vivo”, chamado Ciberplasma. Mas foi outro grupo, da Universidade Politécnica de Madri, na Espanha, que saiu na frente. Alberto Brunete e seus colegas construíram robôs de 25 milímetros de comprimento, cada um pesando cerca de 10 gramas. Os microrrobôs são igualmente inspirados em seres vivos - eles se movimentam como vermes, comunicam-se uns com os outros e possuem uma arquitetura de controle baseada em algoritmos genéticos. Há uma grande flexibilidade também na forma, uma vez que os robôs são construídos a partir de módulos, formando uma cadeia que pode incorporar os módulos adequados para cada tarefa. O mais importante, contudo, é a forma como os módulos interagem para trabalhar em conjunto.

“A arquitetura de controle total é baseada em comportamentos e cada comportamento dirige uma característica do microrrobô. A camada de comunicação é necessária para assegurar que tanto os módulos, quanto os diferentes comportamentos trabalhem em objetivos comuns”, explicou o professor Ernesto Gambao, coordenador da equipe.

Para que os módulos básicos se comuniquem uns com os outros, a fim de criar um robô cuja funcionalidade total seja mais complexa do que a simples soma das capacidades de cada segmento, foi necessário dotar cada módulo de um sistema de controle e de uma interface de comunicação, que são comuns a todos. Essa interface permite a conexão dos diferentes elementos de forma mecânica e elétrica - a conexão elétrica inclui o sistema de comunicação.

O resultado final é que o sistema de controle central do microrrobô recebe informações de cada módulo e envia instruções a cada um deles, formando um conjunto heterogêneo, mas interligado.

Embora tenham as aplicações médicas como objetivo de longo prazo, os pesquisadores afirmam que, no estágio em que estão, seus microrrobôs são adequados para realizar limpeza ou monitoramento no interior de equipamentos e tubos de pequenos diâmetros.
No futuro, quem sabe, poderão também limpar veias e artérias entupidas.

domingo, 2 de junho de 2013

Uma semana sem Facebook


Por que você resolveu sair do Facebook?

A gente passa o dia todo on-line e nem percebe que pode estar viciado. Eu queria saber como seria minha vida sem isso. Sete dias parecem pouco, mas, para quem está há vários anos acessando todo dia, foi um desafio. Eu quis esse desafio mesmo.

E como foi?

No primeiro dia foi algo meio que “doido”. Eu chegava na frente do computador e a primeira coisa que fazia era digitar o site do Face, e não podia logar. Até parece papo de grupo de recuperação, de gente que está sem usar uma droga. Mas é bem isso mesmo: tem uma certa dependência, abstinência e recaída. Muito difícil.

Você teve alguma recaída?

Se eu falar que não, estarei mentindo. Entretanto, logar no site eu não loguei. Mas teve alguns momentos que amigos comentaram comigo alguma situação, e pedi para eles olharem alguma atualização em meu perfil.

Você se considera viciado em Facebook?

Eu achava que não era viciado. Pensava que era algo “normal”. Mas percebi que meus dias já não estavam mais tendo 24 horas. Eu ficava muito tempo na frente do PC, no Face. Acordava e já ligava o computador. Era a mesma coisa quando chegava ao trabalho e quando voltava para casa. Várias vezes, conversei pelo Face com um amigo que estava ao meu lado!

O que seus amigos acharam da ideia de você se desconectar?

Vários não curtiram a ideia. Alguns falaram que eu havia “sumido”. Mas eu continuava no mesmo lugar, só não estava no Face. Às vezes, parecia que eu não existia mais. Algo estranho mesmo. Muito estranho. Antes eu marcava coisas pelo Face: saídas, jantas, filmes, recebia muitos convites. Naquela semana eu tive que telefonar para “agitar” alguma coisa.

Sua vida melhorou sem o Face?

Depende do ponto de vista. Pude ler mais livros e sites de notícias do que antes. Quando fiz alguma coisa diferente nessa semana, pude aproveitar mais, porque não me preocupei em ficar contando para o Face o que estava acontecendo, tirando fotos, essas coisas. E sem contar que pude aproveitar o tempo sem Face para falar pessoalmente com velhos amigos e também conhecer novos. Foi uma experiência boa. Entretanto, pretendo não repetir tão cedo (risos).

E vocês , conseguiria ? Faça o teste e veja se és um dependente . 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

USAF quer construir mosca-robô assassina


Quem gosta daquela chatice de moscas no pé do ouvido ? Obvio , ninguém aguenta tanto zunnn zunn zunnn zunn tirando o nosso  momento de descanso depois do almoço . E se aguentar moscas assim já é ruim , o que dizer de moscas assassinas ? Realmente nem dá pra imaginar ! Então fazemos o seguinte : Tiramos o imaginar e ficaremos com a realidade - Moscas espiãs e assassinas estão sendo trabalhada por cientista , e '' em breve '' poderá ser usada .

Pode parecer até mentira mais não é ! NA USAF, a Força Aérea dos Estados Unidos, está trabalhando em um projeto de desenvolvimento de robôs do tamanho de insetos, desenhados para missões de espionagem, reconhecimento e até assassinato. Segundo o pronunciamento feito pelo Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea - AFOSR, os engenheiros dos laboratórios da Califórnia irão aprender como construir pequenos robôs voadores - chamados de Micro Air Vehicules (MAVs) - que podem voar através de portas, aberturas e coberturas, conta o site The Register. Para tanto, os pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas em túneis com muitos obstáculos, buscando medidas para melhorar a estabilização de voo e navegação em veículos desse tamanho, explica o Dr. William Larkin, do AFOSR.


Para seguir as moscas durante seu voo, os pesquisadores construíram um sistema de rastreamento 3D, que tem o incrível desafio de localizar quase que instantaneamente os insetos dentro da arena de testes. Ainda segundo o The Register, se os cientistas da USAF conseguirem compreender os mecanismos utilizados pelas moscas para se orientarem durante o voo, eles poderão utilizar as mesmas ideias para melhorar as manobras com os MAVs onde o sinal de GPS não chega.

Robôs vão construir torre de 6 m de altura sozinhos


No ano 2011 , eles foram destaque em jornais e em revista científica . Agora eles estão mais complexo e estão sendo trabalhado para uso nas grandes construções. 
Esses Robôs voadores, também chamados de quadricópteros, vão usar 1,5 mil blocos/módulos de isopor para erguer uma edificação de 6 m de altura e 3,5 m de diâmetro. Autômatos, ele têm sensores eletrônicos para garantir movimento preciso e permitir a intercomunicação, além de mecanismo para evitar colisões entre si. Os quadricópteros automáticos são controlados por uma central, que os monitora a uma taxa de 370 frames por segundo dentro de uma arena especial de 10 m.

Comentário do leitor Valter Baiecijo: “Esses robôs constroem, na verdade, empilham blocos, formando a torre, e isso é uma maravilha!