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domingo, 12 de maio de 2013

Grandes mistérios da ciência


O site Listverse publicou uma lista dos dez maiores mistérios da ciência. Entre eles, destaco estes:

Deriva Continental

A teoria da Deriva Continental foi proposta pela primeira vez em 1500, e afirmava que os continentes pareciam flutuar em relação ao outro lado do oceano. Mais tarde, foi refinada na teoria das placas tectônicas, que propõe que existem placas tectônicas no fundo do oceano que lentamente se movem separando os continentes e criando os oceanos ao longo do período de milhões de anos. O mistério, no entanto, é o que causou estas placas e as fez mover-se [ou seja, o que rachou a crosta terrestre]. Estudos demonstraram que é improvável que a teoria atual realmente explique o fenômeno. Alguns têm sugerido que, devido à natureza inexplicável do funcionamento por trás da teoria e as evidências contra ela, os continentes podem ter sido na verdade separados muito mais rapidamente do que milhões de anos, por um evento catastrófico, como uma inundação[note como eles chegam perto da verdade...].

Extinção da megafauna

No passado, havia muitos animais grandes [exatamente como afirma o modelo criacionista], como o elefante, caminhando sobre a Terra, como o mamute. Esses animais eram chamados de megafauna. No entanto, a maior parte dessa megafauna desapareceu apenas recentemente, na faixa de dezenas de milhares de anos atrás, e os cientistas não sabem dizer por quê. Duas respostas principais têm sido sugeridas como a causa: a caça pelo homem e as mudanças climáticas [ou evento catastrófico]. Aqueles que dizem que o culpado é a mudança climática muitas vezes têm pouca evidência para a hipótese, além de afirmar que não há provas suficientes para outra explicação. Já a teoria da caça tem muito pouca evidência arqueológica. O mistério permanece sem solução.

A origem da vida

A origem da vida e a criação de nosso Universo são os maiores mistérios da ciência e têm sido debatidos por muito tempo. O modelo do Big Bang é o mais aceito pela comunidade científica para explicar o início do Universo, mas prová-lo empiricamente é muito difícil. Abiogênese, que é a capacidade de a vida de surgir a partir de matéria inorgânica, uma forma de a vida ter sido criada sem vida anterior, também já foi bastante estudada. Apesar de uma quantidade incrível de estudo científico sobre o assunto, nada foi provado fora do papel. Cientistas do Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo, dizem estar mais perto com a descoberta do bóson de Higgs. No entanto, é importante notar que o bóson de Higgs não é o princípio e o fim de tudo. Além disso, muitos que acreditam na teoria da criação inteligente dizem que, mesmo que o Big Bang seja provado, não significa necessariamente que algum “Deus” não esteja envolvido, e não tenha criado o Universo e o colocado em movimento através de meios que podem ser observados pela ciência. A realidade é que nosso Universo é enorme e expansivo, e as origens da vida talvez nunca possam ser totalmente compreendidas.

domingo, 5 de maio de 2013

Nova teoria: "blocos criadores da vida" vieram do Sol

Os planetas do sistema solar, de acordo com as teorias mais aceitas, ( cujo eu não me enquadro )  teriam se formado por volta de '' 4,5 bilhões de anos atrás'' .  A formação aconteceu a partir do choque entre pequenas partículas, que pouco a pouco foram se juntando e formando rochas, até que se tornaram massivas o bastante para ter gravidade e “nascerem” como planetas [puf!]. Mas como se criaram as moléculas orgânicas que proporcionam a vida? Um estudo recente, conduzido por dois geofísicos [ ^^]  da NASA, sugere que a matéria necessária para que haja vida foi resultante de dois compostos: inicialmente, as substâncias resultantes de um disco de poeira que orbitava o Sol. A esses grãos de poeira, dentro do próprio disco, teria sido adicionada radiação ultravioleta, o que deu origem às primeiras moléculas orgânicas. 

Dessa maneira, foram criados [nova afirmação a partir de hipótese] “blocos criadores de vida”, ou seja, compostos fixos de matéria orgânica em órbita. De alguma maneira (que ainda é tema de debate entre os cientistas), tais “blocos” teriam chegado à Terra ainda em estágio primitivo de formação geológica, e a vida teria se iniciado em nosso planeta a partir desse instante [puf!].

As explicações dos geofísicos da NASA foram elaboradas a partir de um modelo computadorizado para explicar a teoria. A base dessa união de compostos solares, segundo eles, seriam átomos de oxigênio e nitrogênio, que gradativamente foram se recombinando e dando origem a materiais mais complexos.

Mais do que explicar [?] o que teria acontecido em nosso sistema solar [o que aconteceu num modelo computacional dirigido poderia explicar o que teria acontecido por acaso no sistema solar?], os pesquisadores defendem que esse mesmo procedimento pode ter acontecido em estrelas semelhantes ao Sol, o que dá margem à ideia de que pode haver vida em outras regiões do espaço, ao redor de qualquer estrela.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Universo continua a revelar sua elegância


A busca pelas verdades fundamentais, pelas explicações mais básicas, pelo entendimento dos mecanismos primordiais da natureza - mais do que o aspecto mais apaixonante da ciência, esta talvez seja a própria essência do modo científico de pensar. Normalmente, quando encontradas, essas explicações traduzem-se em fórmulas matemáticas. O exemplo mais conhecido é a famosa E = mc2, formulada por Einstein. Mas o que fazer quando se encontra uma fórmula matemática, capaz de expressar uma grandeza fundamental, e simplesmente não se sabe do que se trata essa grandeza? Pois é justamente isso o que acaba de acontecer com os astrônomos que estudam a formação das galáxias. Da mesma forma que a vida, a existência das galáxias é um verdadeiro enigma - elas estão lá, mas como surgiram?

A teoria atual estabelece que a gravidade de aglomerados maciços de matéria escura - algo que não sabemos exatamente o que seja - atraiu grandes quantidades de poeira e gases que se espalharam pelo universo a partir do Big Bang. Ao se aglomerar em quantidades suficientes, as massas de matéria ordinária que se formaram giraram a chave da ignição da fusão nuclear, lançando os primeiros raios de luz no universo.

Depois de formadas as estrelas, o processo teria prosseguido, aglomerando as próprias estrelas em galáxias pela atração gravitacional, a mesma atração que, ao longo de bilhões de anos, fez com que as galáxias nascentes engolissem as vizinhas ou se mesclassem, o que explica as enormes distâncias atualmente existentes entre elas.

É uma boa teoria, logicamente coesa e que faz sentido. O problema é que há exceções. E não são exceções distantes e longínquas. A nossa própria Via Láctea, como várias outras galáxias semelhantes, parece ser prematura, tendo nascido “cedo demais”, sem que houvesse transcorrido o tempo que essa teoria exige para que sua formação faça sentido.

Uma equipe de astrônomos, coordenada pelo professor Michael Disney, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, resolveu então estudar as galáxias em busca de um elo perdido que pudesse explicar o que elas têm em comum. Ao encontrar essas características unificadoras, os cientistas acreditavam que poderiam descobrir uma regra geral que explicasse sua evolução e resolvesse o mistério da formação aparentemente precoce de algumas galáxias. E eles descobriram algo ainda mais surpreendente. Depois de analisar 200 galáxias, eles verificaram que elas diferem em virtualmente todas as suas características - tais como luminosidade, formato, tamanho e quantidade de gases.

Ocorre que todas essas características são reguladas por um único dado, um número, provavelmente uma quantidade. Se você medir uma das características de uma galáxia em particular, você conseguirá calcular todas as outras propriedades fundamentais - luminosidade, formato, tamanho e quantidade de gases - usando esse parâmetro quase mágico.

Mas o que representa esse parâmetro agora descoberto? Bom, isso terá que ficar para o próximo capítulo, porque os cientistas simplesmente não sabem. Há uma verdade fundamental lá, uma solução simples e elegante, como eles gostam de dizer, mas que eles ainda não sabem explicar.

“O que mais nos surpreendeu foi a idéia de que uma população tão diversa é todavia controlada por um único parâmetro, ainda não identificado. Se você quer saber, isso atira toda a problemática teoria da formação das galáxias de volta na panela”, disse Disney à revista Science.

e vocês poderão saber mais em inovação tecnológica . 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Manchas solares aumentam e podem originar explosões

Duas manchas solares que praticamente dobraram de tamanho nos últimos dias podem originar uma série de explosões solares em direção à Terra. O Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa (agência espacial dos EUA), registrou a alteração recente na região conhecida como 1416. Não se sabe qual será o potencial do fenômeno, mas alguns cientistas dizem que as explosões solares poderiam ser de média intensidade e sentidas nas regiões polares, com pequenas interferências nos sistemas de comunicações.

Erupção de um sol furioso


A região que você vê na foto se chama Região Ativa 1429 (RA 1429), e é uma das piores regiões de manchas solares dos últimos anos. E ela não só parece furiosa; a região de fato tem lançado algumas das mais poderosas chamas e ejeções de massa coronal do atual ciclo solar. As plumas estendidas dessas explosões até fizeram chover partículas na magnetosfera da Terra, que resultaram em auroras coloridas.  Na foto acima, RA 1429 foi capturada em grande detalhe na cromosfera do sol há três dias. Os cientistas isolaram a cor da luz emitida principalmente pelo hidrogênio. A imagem resultante é mostrada em uma cor falsa, sendo que as regiões escuras são as mais brilhantes e quentes.

Envolvendo o chão da cromosfera do sol, tubos de gás quente gigantes magneticamente canalizados, alguns maiores do que a Terra, podem ser vistos. Eles são conhecidos como espículas.

Conforme nos aproximamos do máximo solar, que será nos próximos anos, o campo magnético cada vez mais torcido do sol pode criar regiões ativas ainda mais furiosas, que expelirão mais plasmas solares energéticos no nosso sistema solar.

Horóscopo do dia: seu signo está errado


Quase nenhum signo do zodíaco está relacionado, na realidade, com a atual posição do Sol no céu da Terra. Os signos do zodíaco e as datas respectivas de início e término de cada um deles foram determinados há mais de 2.600 anos. Após tantos séculos, o eixo da Terra mudou de posição devido a puxões gravitacionais do Sol e da Lua. Juntamente com o eixo mudaram também as posições das constelações e as datas, em termos astrológicos, em que estão vigentes. Portanto, podemos considerar que, mesmo que as previsões astrológicas do seu horóscopo fizessem qualquer sentido científico real (e não fazem), você estaria lendo o horóscopo errado durante toda a sua vida. 

(Hypescience)

Astrônomos calculam velocidade do Sistema Solar


Há poucos dias, astrônomos aumentaram a precisão da constante de Hubble, que mede a taxa de expansão do Universo. Agora, uma equipe de astrônomos japoneses fez novas medições de nossa própria galáxia, o que levou a um refinamento da massa da matéria escura presente na Via Láctea. Eles chegaram a duas conclusões principais. A primeira é que a distância do nosso Sistema Solar até o centro da galáxia é de 26,1 anos-luz - um ano-luz é uma medida de distância, que equivale a aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros. A segunda conclusão é que a velocidade imposta ao Sistema Solar pela rotação da galáxia é de aproximadamente 240 km/s. Isso significa que leva 200 milhões de anos para que o Sistema Solar complete uma “órbita” em torno do centro da galáxia.

O valor agora medido de 240 km/s é conhecido como V0. O valor atualmente aceito para o V0 é de 220 km/s, tendo sido estabelecido pela União Astronômica Internacional em 1986. Em geral, a velocidade de rotação da galáxia é determinada pelo equilíbrio com a gravidade galáctica - assim, medir a rotação da galáxia equivale a medir a massa da galáxia.

Quando os dados da nova pesquisa foram usados para recalcular o valor de V0, os astrônomos verificaram que a massa de matéria escura na Via Láctea é 20% maior do que o valor aceito hoje. Segundo os pesquisadores, esse valor tem impacto direto sobre os experimentos que vêm tentando, até agora sem sucesso, detectar partículas de matéria escura.

Mareki Honma e seus colegas do Observatório Nacional do Japão usaram o projeto VERA (VLBI Exploration of Radio Astrometry) para medir as distâncias precisas e o movimento de 50 objetos celestes para obter o ganho de precisão.

Por que seu horóscopo está errado?


Já faz algum tempo que nossos horóscopos estão errados, o problema não é apenas com as previsões para 2011. Por quê? Basicamente, porque as estrelas não estão alinhadas da forma que os astrólogos acham. Nossos signos zodiacais – Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes – são determinados pela constelação alinhada com o Sol no dia em que nascemos. Só que a Terra balança, algo que é conhecido pelos cientistas como precessão. Isso quer dizer que durante os últimos 2.500 anos, desde que os signos foram “estabelecidos”, seu signo se moveu, aproximadamente, um mês em relação ao Sol e as estrelas. Ou seja, você não é do signo que acha que é. E há um novo signo no céu desde então – Ophiuchus (ou Serpente) – que vem depois de escorpião. Então se você nasceu entre 29 de novembro e 17 de dezembro, seu signo é “novinho” em folha. [...]